quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Ainda sobre a entrevista com Eugênio Trivinho

Nesses cinco meses de blog, o post que mais repercutiu foi a entrevista que publiquei aqui com o professor da pós-graduação da PUC-SP Eugênio Trivinho. O post rendeu muitos comentários e muitas leituras no Blog do Luis Nassif, onde trabalho e que tem uma média de 45 mil acessos por dia (e é finalista do prêmio Comunique-se, na categoria melhor blog de jornalismo). O post da entrevista aqui no blog repercutiu em redes sociais, e gerou discussão.

Para quem ainda não leu, aqui está o link.

Esta semana, o amigo José Salvador Faro, professor da PUC-SP e meu ex-orientador na Iniciação Científica, indicou a entrevista em seu blog, o www.jsfaro.net:

O professor Eugênio Trivinho sempre dá o que falar, especialmente pelas características contundentes de suas reflexões em torno dos dilemas da sociedade contemporânea decorrentes das transformações antropo-tecnológicas que afetam todo o universo cultural. Trivinho é docente do programa de pós-graduação em Comunicação e Semiótica da PUC-SP e foi entrevistado recentemente por Bruno de Pierro, um ex-aluno meu, sobre vários temas da atualidade midiática. A frase que dá a manchete da matéria de Bruno, por si só, já sintetiza a polêmica que tende a provocar - "o jornalismo está defasado". Sugiro a leitura e a reflexão sobre as questões que Trivinho discute (aqui)

O post também rendeu nota no site da PUC-SP e comentário no Viomundo, do Azenha. Além de quase 2 mil visualizações no Slideshare, onde é possível baixar a versão integral da entrevista em PDF, e diversos blogs.

Considerado um dos principais nomes do estudo sobre a cibercultura, Trivinho falou ao Blog por duas horas sobre as transformações da comunicação nas redes sociais e a defasagem do jornalismo para lidar com a nova ordem que se impõe. Para o professor, o que acontece é um “destronamento do jornalismo como instrumento de mediação simbólica da sociedade”, ao mesmo tempo que o real é reportado sem a necessidade da edição, perdendo-se, assim, o monopólio do jornalismo especializado.

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